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Último Soneto
(Álvares de Azevedo) Já da noite o palor me cobre o rosto, Do leito, embalde num macio encosto, O adeus, o teu adeus, minha saudade, Dá-me a esperança com que o ser mantive! |

"De-me milhares de beijos e depois mais milhares, vamos embalharalos pra que a inveja nao saiba a conta e nem jogue seu mal olhado"...